Já estamos em novembro de 2014. Tem gente que passou o ano todo, ou anos, sonhando com um projeto, com um negócio próprio. Só alguns que sonharam chegaram a planejar, experimentar,“se jogar”. Mas muitas vezes encontram diversas dificuldades que podem ser verdadeiras causas de mortalidade empresarial.

Quando se fala em startup, um projeto em condições de extrema incerteza, é necessário validar diversas hipóteses sobre os consumidores e sobre o negócio em si (cada um é um). Em outras palavras, o problema da startup não é evitar a morte, é encontrar a vida, encontrar um modelo de negócio que se prove viável.

Fala-se muito que as pessoas, as coisas e as empresas estão mudando cada vez mais rápido e que é necessário se adaptar – ou, preferencialmente, se antecipar às mudanças. Para que? Para manter um negócio funcionando, para ter futuro! Não há nada de errado em encerrar um projeto que não era bem o que você imaginava, que não te apetece ir pra frente. Mas também, nada contra ter uma empresa longeva.

Estive dando uma olhada em listas de empresas mais antigas do Brasil e do mundo e fiquei imaginando: ainda estão aí por terem se adaptado bastante ou por apostarem tudo em modinhas que já foram embora? Várias delas tem site na Internet, fanpage no Facebook, utilizam tecnologia atual no seu dia-a-dia.

Continue lendo este editorial no Startupi e veja a lista de empresas mais antigas do mundo.

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