Dizem que os aplicativos móveis, assim como a Internet como um todo e até a cidade de São Paulo, surgiram para melhorar os serviços. Pré-atendimento, atendimento, processo de uso, pós-atendimento… toda jornada do consumidor, processo de consumo, experiência de uso. Dizem que automatizar serviços por meio de TI é uma grande oportunidade. Concordo totalmente com a tese e com uma chuva de exemplos bons que vemos por aí (até em São Paulo). Mas tem coisa que eu não sei como cresceu, nem mesmo como está de pé.

Neste final de semana, usei táxi e usei carro alugado. Também andei de carona e de metrô, mas esses não vem ao caso: até o metrô estava melhor (!!!) do que o táxi e o carro alugado. Mas não se enganem: não foi o taxista ou o táxi em si que estavam ruins, nem o carro alugado em si. O que me deixou chocado foram as experiências de uso, especificamente alguns aspectos que dizem respeito unicamente à empresa ofertante, não à minha interação enquanto participante do serviço.

Continue lendo meu editorial de 23/11/14 no Startupi.

 

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