Neste artigo, primeiro vou falar umas coisas que são meio chatas (admito), depois vou dar umas dicas para quem quer se destacar no trabalho.

Nos últimos dias, foi noticiado que a economia brasileira voltou a crescer. O PIB do Brasil cresceu 0,1% no terceiro trimeste deste ano em relação ao segundo trimestre. É pouco, não estamos crescendo de verdade e muita gente dá motivos diferentes para isso.

Para uns, a razão é que os investidores estrangeiros não estão mais trazendo muito dinheiro para o nosso país. Para outros, as empresas brasileiras não estão investindo. Em ambos os casos, o motive por trás seria a incerteza sobre a política econômica do país. Outros ainda dizem que o aparente crescimento dos anos anteriores foi causado especificamente pela entrada no mercado de trabalho de grande parte da população que estava desempregada – o que não se sustenta porque, bem, as pessoas já entraram na economia e não tem mais tanta gente para entrar ainda.

Em todos os casos, o que pega é a tal da produtividade per capita, o quanto cada pessoa rende com seu trabalho. Neste quesito, cada brasileiro que trabalha gera um valor na economia, que é muitas vezes menor do que trabalhadores de outros países. Talvez parte disso esteja relacionada ao fato de que os 14 principais produtos brasieleiros de exportação sejam commodities, produtos massivos sem diferenciação e que são comprados em outros países por terem preço baixo. Isso significa que nossa economia, no geral, é muito tradicional, pouco sofisticada.

E o que tudo isso tem a ver com universitários?

São os universitários que adquiriram habilidades avançadas para se destacarem na economia por meio do conhecimento. Ou seja: a grande oportunidade é que as pessoas graduadas passem a dar mais produtividade em suas funções profissionais, contribuindo para a criação e evolução de produtos cada vez mais sofisticados, com valor agregado, com diferenciação, com atributos que os colocam em vantagem perante os concorrentes (incluindo estrangeiros). Mas não falo apenas de apenas vantagens de preço mais barato, pois isso não leva a lugar nenhum (como vemos pela situação do país).

A oportunidade mais interessante me parece ser trabalhar em uma startup ou criar uma. Por que? Porque startups, quando acertam na definição do seu serviço, produto ou negócio como um todo, acabam crescendo as taxas muito maiores! Startups tem como ponto forte criar soluções para necessidades (ou vontades) que estão mal atendidas, ou não atendidas mesmo no mercado, na sociedade.

A meu ver, os universitários tem…

Continue lendo meu artigo no Mundo Universitário (página 16).

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