Hoje eu vou falar sobre algumas ideologias que a gente ouve por aí. Este artigo tem título sobre o futuro e eu vou começar falando do passando, mas na verdade tudo tem a ver com o presente.

Muitos dos hábitos que vivemos tem raízes nas ideias e ideologias que ouvimos e lemos. Por exemplo, publicitários na década de 1960 foram muito impactantes no que se chama contracultura, pois usaram as marcas (para as quais trabalhavam) para divulgar ideias como o amor livre, o espírito livre e de comunidade, aversão à hierarquia e ao que é velho.

Da mesma forma como aconteceu na época (e reflete ainda hoje), também estamos vivendo sob influência de uma frase que diz “a melhor forma de prever o futuro é inventá-lo”. Acho extremamente poderoso acreditar nisso, é algo positivo, mas vejo que algumas vezes a gente exagera achando que é dono do futuro. A chamada geração do futuro (pois o “futuro pertence aos jovens”) tem sim inúmeras oportunidades de hoje, no presente, alterar o curso da história, ajustando coisas que vem acontecendo e, por consequência, alterando também as coisas que virão ou viriam a acontecer.

Só que existe uma outra frase, bem menos falada, sobre mudar as coisas: você não pode controlar a mudança, você só pode se antecipar a ela.

Continue lendo meu artigo no Mundo Universitário (página 14).

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2 thoughts on “A gente não é exatamente dono do futuro

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