Muita gente realista achava que veríamos a torneira secar este ano. Especialmente para startups de tecnologia. No Brasil, já publicamos sobre 68 investimentos feitos em startups (veja nossa página), mas ainda há casos não confirmados e possivelmente podem haver mais casos ainda. O número se mantém parecido com 2013 e 2012, o que pode ser bom ou ruim (afinal, vemos mais e mais startups). A propósito, já respondeu nosso questionário do Reconhecimento a que mais contribuiu para as startups brasileiras em 2014? Pode responder até quarta-feira!

Mas sabemos que nossos negócios com tecnologia não acontecem restritamente dentro do Brasil: o mercado é permeável, muitos negócios são internacionais. Vamos dar uma olhada mais “para cima” desta cadeia.

A Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) pode ser tomada como um termômetro, não apenas do apetite dos investidores, mas também da economia ocidental. E o final do ano por lá está sendo marcado por empresas de tecnologia abrindo seu capital, fazendo ofertas públicas (IPO). Só nesta última semana, aconteceram 6 IPOs de empresas de tecnologia – proporção que não se via desde 2000, antes do estouro da Nasdaq (o pregão eletrônico).

Continue lendo meu editorial na íntegra no Startupi.

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