É, eu poderia até assustar vocês escrevendo que a faculdade é bastante marcial, com suas idiossincrasias disciplinares e simbólicas. Mas isso vocês mesmos merecem o direito de descobrir por conta se é verdade ou não! A ideia por trás deste artigo veio quando comecei a pensar sobre um seriado que ando assistindo.

Em um dos capítulos de Marco Polo (filme de ficção em série baseada na história do navegador italiano famoso por integrar rotas comerciais), o personagem principal, que se chama… adivinhem… Marco Polo… está recebendo aulas de kung fu de um mestre cego. O mestre o pergunta: “quando você voltar ao Ocidente, o que dirá sobre o kung fu? Que significa lutar? Convocar o espírito do tigre? Significa habilidade suprema pelo trabalho duro”.

O mestre segue exemplificando: “um grande poeta alcançou o kung fu; o pintor, o calígrafo, também se pode dizer que alcançaram kung fu. Também um cozinheiro ou faxineiro alcançam o seu kung fu. Prática, preparação, repetição interminável, até que sua mente esteja cansada e seus ossos doam. Até que esteja acabado demais até mesmo para suar ou respirar. Este é o caminho, o único caminho de ter kung fu. Infelizmente, rapaz, você não tem kung fu”.

Leia meu artigo na íntegra na página 9 da edição 56 do jornal Mundo Universitário Educa.

diego techcrunch

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