Muitos de vocês estavam lá no evento segunda à noite quando o Paulo Skaf anunciou a IOTility como vencedora da categoria destinada à indústria. Eu tinha acabado de fazer nosso terceiro pitch da competição e definitivamente não estava acreditando tanto quando as pessoas da hackathon falavam que tinham adorado 🙂

Minha maior preocupação era fazer parte da visão que vim desenhando com meus amigos e colegas no MBA de Estratégia Bruno Gellert e Mario Melo, dois baita engenheiros e desenvolvedores de negócio que, mesmo em 20 anos de trabalho, 6 deles com foco em inovação, poucas vezes encontrei. Acabou que acabamos emplacando uma tese de “inteligência para produtividade compartilhada” – e sabemos o que isso vale e o que isso não valida.

Demos entrevista pro Jornal Nacional da Globo (veja) e pro Jornal das 10 da Globo News (veja), também aparecemos no DCI. Muitos empreendedores, empresários, investidores e gente bacana em geral já nos cumprimentou e chamou para conversar nesses dois dias que se passaram. Muitos querem saber se vamos tocar o projeto.

Em primeiro lugar, o protótipo integrado de hardware e software que apresentamos estava funcional. Em segundo lugar, estamos conversando uma visão macro com profissionais de diferentes indústrias há vários meses, mapeando muita coisa, fazendo muita coisa com a própria mão. A aplicação prototipada no final de semana – com colaboração do Rodrigo Piris e do Erivelto Ribeiro – é uma das várias conjugações de um caminho que podemos trilhar com esmero.

Participei assim: tendo um bom momento com meus amigos, conhecendo novas pessoas, revendo o pessoal do Comitê Acelera Fiesp, encarando desafios, sendo propositivo-proativo-positivo. E assim permaneço. Não significa que todo resto vai parar agora já, nem de minha parte nem da parte deles. Significa que estratégia é algo que se estuda, se comunica, se faz, se ajusta, se pilota.

Falando em pilotar: estamos em fase de projetos-piloto com nossas teses. Cada um com seu papel, do seu jeito. Se chegamos até aqui, foi por navegarmos entre pessoas. Se vamos a algum lugar, será da mesma forma.

Só sei que, no começo do ano, quando vendemos o Startupi (outra equipe), eu não planejei nem imaginei que eu seria um cara de hardware, ou do meio fabril. Também não visualizei que ia empreender com colegas de MBA. Estratégias emergentes, certo? Quem sabe?! Aguardem mais capítulos – e muito obrigado por todo apoio até aqui!

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